Segunda-feira, 23 de Junho de 2008

Joe Satriani lanca album no Credicard Hall


A guitarra de Joe Satriani ira ecoar pelo Credicard Hall, dia 29 de julho, no lancamento do CD Professor Satchafunkilus and the Musterion of Rock.
Esse e o 13? disco da ilustre carreira do musico que tem 3 DVDs e 2 CDs de platina, 4 CDs de ouro, alem de 15 indicacoes ao Grammy. Com o novo album, Satriani da continuidade a sua campanha de educacao musical as massas.
O disco foi lancado em abril e deve ser apresentado aos fas com as perolas Musterion, I Just Wanna Rock e Professor Satchafunkilus, alem de sucessos da carreira.
Essa turne teve inicio em abril, comecando a excursionar por Portugal e seguindo para Europa e Australia. O show chega agora a America do Sul e, em seguida, retorna aos Estados Unidos por volta de setembro.
Nas ultimas duas decadas, Satriani viajou o mundo tocando para turnes de bilheteria esgotada. Sua mais recente passagem pelo Credicard Hall foi em 2006, acompanhado dos guitarristas John Petrucci e Eric Johnson, no projeto G3. 2007 foi o ano de comemoracao do 20? aniversario de disco de grande sucesso Surfing with the Alien.

Para celebrar a data, foi lancada uma edicao atualizada do trabalho com um disco duplo contendo faixas remasterizadas, alem de um video inedito contendo as imagens da apresentacao no Montreux Jazz Festival de 1988. Esse ano o artista foi indicado ao Grammy de Melhor Performance Instrumental de Rock, com a cancao Always with me, do CD Satriani LIVE!.


Local: Credicard Hall ? Av. Nacoes Unidas, 17.955 ? Santo Amaro


Temporada: dia 29 de julho terca-feira, as 21h30

Duracao espetaculo: aproximadamente 1h30

Capacidade mista: 5710 lugares

Abertura da casa: 1h30 antes do espetaculo

Precos: De R$ 80,00 a R$ 250,00

Segunda-feira, 9 de Junho de 2008

Possessed pela primeira vez no Brasil

Release:
A banda californiana de death metal Possessed chega pela primeira vez ao Brasil no início do mês de julho, para apresentações em Curitiba, São Paulo, Recife e Belo Horizonte. Devido ao seu estilo ultra-veloz e a brutalidade dos vocais, o Possessed é considerado uma importante banda na história do heavy metal por ser uma das primeiras a estabeleber a separação entre os estilos death e thrash metal. O grupo se apresenta no Brasil com o lendário frontman Jeff Becerra, responsável pelos vocais guturais nos anos em que o grupo lançou seus principais discos, realizou turnês pelos Estados Unidos e dividiu o palco com bandas como Exodus, Slayer e Venom.

Em 1989, Jeff Becerra foi vítima de um assalto e levou dois tiros, que o deixaram paralítico da cintura para baixo. No entanto, o músico não permitiu que esse incidente arruinasse sua vida: voltou a cursar a faculdade e se formou em Artes, e também graduou-se em Estudos do Trabalho pela San Francisco State University. Ele continuou sendo um membro atuante da cena metal nos Estados Unidos e, no ano passado, reativou o Possessed. A banda foi a atração principal do festival Gathering of the Bestial Legions III, em Los Angeles, e se apresentou no renomado festival Wacken Open Air, na Alemanha.

O line-up atual conta com Jeff Becerra nos vocais, acompanhado pelos instrumentistas da banda americana Sadistic Intent (Bay Cortez no baixo e vocal, os guitarristas Rick Cortez e Ernesto Bueno, e o baterista Emilio Marquez) que também fazem show como banda de abertura. Banda de death metal de Los Angeles, o Sadistic Intent conta com uma carreira que já dura 20 anos, e é muito respeitada tanto na cena underground local como na internacional, tendo realizado inúmeras turnês pelos Estados Unidos, Europa e México e dividido o palco com bandas como Suffocation, Emperor, Marduk e Immortal.

diHITT - Notícias

Domingo, 8 de Junho de 2008

ALMAH: Felipe Andreoli comenta novo album

O baixista Felipe Andreoli, postou em seu Blog Oficial novas informações sobre como andam os trabalhos em estúdio para o novo álbum do ALMAH. Segundo o músico: "Agora sim, vou contar como estão sendo as gravações do ALMAH. Assim que terminamos a batera, o Paulo e o Barbosa começaram a gravar as bases de guitarra. No primeiro dia passamos diversas horas achando o timbre de guitarra, mudando os cabeçotes, caixas, a posição de microfones, etc. No fim chegamos a um som muito bom, que tem uma cara particular, ou seja, não soa exatamente como todos os outros discos de Metal, mas ainda assim é pesado e definido. A guitarra que nós usamos em todas as bases foi uma Carvin custom de 7 cordas, que pertence ao Brendan Duffey, dono do estúdio Norcal e que também é guitarrista. Em comparação com diversas outras que tínhamos a disposição, era sem dúvida a que tinha melhor som. Mas o melhor de tudo não foi o som, mas a execução e a pegada do Marcelo e do Paulo. É engraçado, por que ao mesmo tempo em que cada um tem seu estilo de tocar, eles se completam perfeitamente, e tudo que eles fazem combina muito bem. Mais uma vez fiquei surpreso com o nível dos músicos que a gente tem nesta banda! As bases ficaram fenomenais, e os solos então, nem se fala: de cair o queixo! E o mais legal é o entrosamento que eles desenvolveram em tão pouco tempo, combinando as diversas dobras de guitarra, gravando solos em dueto, mudando arranjos aqui e ali, como se já tocassem juntos há anos! Fiquei muito feliz com os resultados.


Uma boa surpresa que aconteceu no meio disso tudo foi a visita do Mike Stone, guitarrista do Queensryche, ao estúdio, enquanto gravávamos os solos. Edu e eu tínhamos encontrado o Mike na noite anterior no Manifesto Bar, durante as finais do Wacken Metal Battle, onde o Khallice (outra banda do Marcelo Barbosa) se apresentou, e ele se ofereceu para ir ao estúdio e gravar um solo, assim como fez no primeiro disco do ALMAH. Nós escolhemos uma balada muito bonita, e o Mike fez um solo muito legal. Depois nós fomos ao Rockets, que é uma lanchonete estilo anos 50 que tem no bairro dos Jardins, em São Paulo, e conosco foram também Michel, Renato e Alírio Netto, baixista, tecladista e vocalista do Khallice. Todos pareceram gostar muito!


Depois veio a minha vez. Levei todos os meus Yamaha pro estúdio, e também meus amplificadores, pra testar tudo e chegar no melhor som. Chegamos a montar dois sets diferentes pra comparar, e no fim acabei optando mais uma vez pelo, acreditem se quiser, cubo da Roland, o CB-100! Ele deixou pra trás nada mais nada menos que um cabeçote Mesa/Boogie com uma caixa 810BS da Meteoro! Na verdade foi uma decisão complicada, mais no fim o Roland ganhou na definição e na resposta mais realista de freqüências. Dentre os baixos, acabei optando pelo TRB6P2 e o fretless BBNE2, que já tinha também usado na gravação do Rafa. O som ficou fenomenal! Para microfonar utilizamos o velho e bom Shure SM-57 e um microfone condensador feito à mão americano chamado Charter Oak, tudo passando por prés SSL. Em aproximadamente onze horas já estava com tudo gravado.


Finalizados os baixos, Edu e eu partimos para a gravação dos violões, já que o Marcelo e o Paulo haviam voltado para suas cidades. Utilizamos um violão Takamine com cordas de aço do Edu pra todas as partes, microfonado com dois Charter Oak. Nós dividimos a gravação e os resultados foram muito bons, principalmente se levarmos em consideração que nenhum de nós é violonista, nem mesmo guitarrista! Mas o Edu toca violão muito bem e deu conta das partes mais detalhadas com facilidade. Numa das faixas, gravei um solo utilizando um E-Bow, que é um aparelho que cria uma vibração nas cordas através de magnetismo, e imita o som de um instrumento com arco".