Categoria | News

Dream Theater: Credicard Hall – São Paulo/SP

Posted on 24 Março 2010 by Claudio Damangar

John Petrucci

John Petrucci

Com o Credicard Hall lotado, sobe ao palco de São Paulo novamente o quinteto americano Dream Theater. Precedeu o show principal a competente banda Bigelf. A banda tem tido suporte do Dream Theater para abertura de seus shows no México e na América do Sul. Com seu som psicodélico-progressivo, o Bigelf agradou muito.

Os músicos se vestem a caráter e utilizam instrumentos como Leslie, Orange, Gibson SG, Rickenbacker, etc., obtendo com sucesso uma sonoridade vintage / setentista. Surpreendeu o público a entrada de Mike Portnoy em uma das músicas do Bigelf. Mike cantou junto com a banda uma das faixas fazendo vocais harmonizados e guturais, e continuou no palco filmando o público e tudo o que mais rolava.

Com 30 minutos de atraso, entrou o Dream Theater. Incrivelmente, o som do DT estava mais baixo que o da banda de abertura e muito embolado. Era uma massa sonora com instrumentos pouco definidos. Uma pena uma qualidade de som desse nível, para uma banda tão técnica e perfeccionista. A qualidade geral do som melhorou apenas próximo do fim do show.

Se a qualidade de som foi bem aquém da esperada, a qualidade da banda não foi. A performance dos músicos foi excelente. Mesmo James LaBrie, que nem sempre é tão constante, apresentou boa forma vocal e atingiu todas as notas. Os demais da banda foram bem, como sempre.

De qualquer forma, tive a forte impressão de que esse não era um show em que o DT apresentou seu poderio “A”. Logo quando montaram o pedalboard do Petrucci, deu pra perceber que algo estava estranho, pois era aparentemente menor que o de costume. John usou também poucas guitarras, sendo uma transblack e uma vermelha, o que não é seu normal. As caixas de som em que ligou seus Mesa/Boogie Mark V deveriam ser Mesa também, mas eram todas Marshall, obviamente com o logo encoberto. Teriam as caixas sido alugadas no Brasil mesmo? Pareceu-me que a banda trouxe bem menos equipamento que seu tradicional. O show de 1h30 também contribuiu para essa percepção.

Muito curioso foi o fato de o Jordan Rudess fazer um ou outro solo no iPhone! Ele tem um iPhone acoplado a seu teclado e tira sons excelentes. Jordan usa um aplicativo chamado Bebot, que é um software sintetizador vendido na iTunes Store por US$ 1.99. Inicialmente, eu não saquei se aquilo era um mini board, mas era mesmo um iPhone. Ele trouxe seu board e fez questão de usar o iPhone também. Soou super bem!

Valeu a pena ver o show das duas bandas, mesmo com o som prejudicado do Dream Theater. Para quem perdeu, a banda anunciou que na próxima turnê estará de volta ao Brasil.

Lauro Capellari
John Petrucci

Com o Credicard Hall lotado, sobe ao palco de São Paulo novamente o quinteto americano Dream Theater. Precedeu o show principal a competente banda Bigelf. A banda tem tido suporte do Dream Theater para abertura de seus shows no México e na América do Sul. Com seu som psicodélico-progressivo, o Bigelf agradou muito.

Os músicos se vestem a caráter e utilizam instrumentos como Leslie, Orange, Gibson SG, Rickenbacker, etc., obtendo com sucesso uma sonoridade vintage / setentista. Surpreendeu o público a entrada de Mike Portnoy em uma das músicas do Bigelf. Mike cantou junto com a banda uma das faixas fazendo vocais harmonizados e guturais, e continuou no palco filmando o público e tudo o que mais rolava.

Com 30 minutos de atraso, entrou o Dream Theater. Incrivelmente, o som do DT estava mais baixo que o da banda de abertura e muito embolado. Era uma massa sonora com instrumentos pouco definidos. Uma pena uma qualidade de som desse nível, para uma banda tão técnica e perfeccionista. A qualidade geral do som melhorou apenas próximo do fim do show.

Se a qualidade de som foi bem aquém da esperada, a qualidade da banda não foi. A performance dos músicos foi excelente. Mesmo James LaBrie, que nem sempre é tão constante, apresentou boa forma vocal e atingiu todas as notas. Os demais da banda foram bem, como sempre.

De qualquer forma, tive a forte impressão de que esse não era um show em que o DT apresentou seu poderio “A”. Logo quando montaram o pedalboard do Petrucci, deu pra perceber que algo estava estranho, pois era aparentemente menor que o de costume. John usou também poucas guitarras, sendo uma transblack e uma vermelha, o que não é seu normal. As caixas de som em que ligou seus Mesa/Boogie Mark V deveriam ser Mesa também, mas eram todas Marshall, obviamente com o logo encoberto. Teriam as caixas sido alugadas no Brasil mesmo? Pareceu-me que a banda trouxe bem menos equipamento que seu tradicional. O show de 1h30 também contribuiu para essa percepção.

Muito curioso foi o fato de o Jordan Rudess fazer um ou outro solo no iPhone! Ele tem um iPhone acoplado a seu teclado e tira sons excelentes. Jordan usa um aplicativo chamado Bebot, que é um software sintetizador vendido na iTunes Store por US$ 1.99. Inicialmente, eu não saquei se aquilo era um mini board, mas era mesmo um iPhone. Ele trouxe seu board e fez questão de usar o iPhone também. Soou super bem!

Valeu a pena ver o show das duas bandas, mesmo com o som prejudicado do Dream Theater. Para quem perdeu, a banda anunciou que na próxima turnê estará de volta ao Brasil.

Digg This
Reddit This
Stumble Now!
Buzz This
Vote on DZone
Share on Facebook
Bookmark this on Delicious
Kick It on DotNetKicks.com
Shout it
Share on LinkedIn
Bookmark this on Technorati
Post on Twitter
Google Buzz (aka. Google Reader)

Artigos relacionados:

  1. Dream Theater em São Paulo

Comente aqui

Advertise Here

Flickr stream

Veja todas as fotos

Advertise Here

Comentários Recentes

Divulge o site

Tell a Friend

Search engine optimization by SEO Design Solutions