Posted on 15 Agosto 2009 by Claudio Damangar
Posted on 07 Agosto 2009 by Claudio Damangar
Entrevista promovida pelo site Power Of Metal
Por: Fãs da Rússia
The Tapdancer – O que o levou a tocar baixo?
Felipe Andreoli: Meus amigos de colégio estavam montando uma banda e eu tocava violão. Mas eles precisavam de um baixista e eu comecei.
Grisha – Você toca algum outro instrumento no mesmo nível que o baixo?
Felipe Andreoli: No mesmo nível, não. Mas toco guitarra e bateria.
The Sinner – No encarte do Fragile Equality consta que você e o Adriano Daga tocaram percussão (seria em“Invisible Cage”?) Que tipos de instrumentos vocês usaram para a gravação? Qual deles você gosta mais (vi um vídeo em que você tocava caixa na “batucada” do Angra)? Que tipo de ritmo tradicional você gosta, além do Samba?
Felipe Andreoli: Usei um Djembe e um Derbak. O Adriano ajudou nos arranjos de percussão e usamos vários instrumentos, como Zabumba, Alfaia e Pandeiro. Meu ritmo brasileiro preferido é o Maracatu.
The Tapdancer – Vocês estão em turnê com o Sepultura. O último álbum deles, A-Lex, e o anterior, foram baseados em obras-primas literárias. Vocês já tiveram essa idéia e, caso sim, que tipo de livro usariam e por quê?
Felipe Andreoli: Usamos o livro Aurora Consurgens em nosso ultimo álbum. Não diria que baseamos um trabalho inteiro em um único livro, mas somos influenciados por vários livros que lemos. Eu tento ler, pelo menos, um livro por semana, então eu uso as idéias dele quando escrevo, mesmo de forma subconsciente. Se tivesse que fazer um trabalho em cima de um só livro, seria algum do Carl Sagan.
The Tapdancer – Que tipo de música você gosta de ouvir? Só Metal ou outros estilos?
Felipe Andreoli: Fusion, Progressivo, Pop, Jazz, New Age, Thrash Metal e MPB.
AnderSon – Sou baixista e admiro muito sua técnica. Você tem alguma vídeo-aula ou pretende lançar algo assim?
Felipe Andreoli: Tenho uma que foi lançada só no Brasil com o título Angra Bass e pretendo lançar uma nova assim que tiver tempo.
AnderSon – Vi sua foto com Steve, the Great no seu site. Você o conhece pessoalmente?
Felipe Andreoli: Eu o vi duas vezes, mas nunca nos falamos.
AnderSon – Você já pensou em ministrar um WorkShop na Rússia?
Felipe Andreoli: Eu adoraria! Por favor, me chamem!
Evry – Você pretende ser o principal letrista do próximo álbum do Almah como aconteceu com o Fragile Equality? Ele também será conceitual ou terá alguma relação com o tema do Fragile Equality?
Felipe Andreoli: Gosto de escrever letras e provavelmente vou continuar fazendo isso no Almah, mas não necessariamente como o letrista principal. É uma questão de inspiração. Começamos a compor um novo material, mas temos mais a parte instrumental e não falamos sobre nenhum tema ainda. Temos algumas ideias para discutir e vamos fazer isso em breve.
Evry – Fale sobre o clima no Angra e o relacionamento entre vocês depois dessa “pausa”. Acontece algum problema ao ficar dois anos sem tocarem juntos? As idéias mudam, ou ao contrário, fica tudo mais fácil?
Felipe Andreoli: O clima é ótimo. Todos nós estamos muito motivados e curtindo essa volta. É claro que ainda temos que fazer alguns shows para que a banda volte ao ritmo de antes, mas estamos muito felizes com o rumo que as coisas estão tomando.
The Sinner – Qual é a diferença entre a atmosfera no Angra e no Almah do ponto de vista pessoal? Ou seja, a diferença entre o trabalho de composição, os ensaios e coisas assim?
Felipe Andreoli: A principal diferença é que os membros do Almah vivem em cidades diferentes, muito distantes uns dos outros e quando a gente se reúne é super legal. Sou amigo de todos, nas duas bandas, o que é ótimo. Com relação ao trabalho de cada uma, o Angra tem uma rotina mais pesada, mais séria.
Iron_Fox – Falando como músico profissional: É obrigatório estudar para se tornar músico ou é melhor ser autodidata? É necessário seguir toda a teoria e ordem da música ou é melhor criar espontaneamente, ligando as idéias?
Felipe Andreoli: Compor para o Angra ou Almah não é fácil e isso exige conhecimento de música. Não necessariamente uma educação formal, desde que você saiba o que está fazendo. Não existem regras para se fazer música, mas é claro que você tem que conhecer. E a espontaneidade é sempre bem-vinda.
The Scarecrow – Barack Obama ou Dmitry Medvedev? Quem seria melhor para governar o Brasil?
Felipe Andreoli: Nenhum dos dois. Só um cidadão brasileiro consegue entender as nossas necessidades e problemas.
The Scarecrow - Harry Potter ou O Senhor dos Anéis? Ou nenhum além de Star Wars?
Felipe Andreoli: São grandes filmes, mas Star Wars é meu preferido.
AnderSon – Quando você entrou no Angra, foi difícil o entrosamento com os novos membros e se acostumar com as músicas antigas?
Felipe Andreoli: Foi uma adaptação muito fácil para mim, tanto musical quanto pessoalmente. Tivemos uma boa relação desde o início.
AnderSon – Você conhece algum artista russo do Metal?
Felipe Andreoli: Conheço só o Victor Smolski, mas gostaria de conhecer mais da cena Metal russa.
Haze – Você ainda tem contato com o Mauro Chevis? Lembro que vocês tocaram juntos no FireSign e depois fizeram algumas músicas instrumentais excelentes. Vocês pretendem fazer alguma coisa no futuro?
Felipe Andreoli: O Mauro está morando na Inglaterra agora e já faz um tempo que não nos encontramos. Costumávamos trabalhar juntos na casa dele, mas agora é difícil, infelizmente. Mas eu gostaria de fazer algo futuramente.
The Sinner – Como você arruma tempo para fazer tudo? Todos os seus projetos, WorkShops, shows, vida pessoal, hobbies, internet? Quanto tempo você dedica ao baixo por dia ou a qualquer outro instrumento que você pratique, ou para aprender algo novo?
Felipe Andreoli: Não é fácil coordenar tantas atividades, mas eu tento ser organizado com relação a datas e tudo o mais. Reservo bastante tempo à minha noiva, família e amigos porque às vezes fico fora durante meses e é complicado. Só toco baixo quando tenho um show ou ensaio. Não sou muito ligado em exercícios. Gosto de tocar e tenho estudado violão e harmonia.
The Sinner – Você poderia falar sobre todos os projetos que participou de um ano e meio para cá? (Espero não esquecer nenhum: Almah, Bittencourt Project, Kiko Loureiro, Time Out…) E o Karma, ainda está na ativa? Se não me engano, você lançou um trabalho do Time Out em 2008, paralelo ao Almah.
Felipe Andreoli: Você consegue todas as informações no meu MySpace. O Karma ainda existe, mas os membros são tão ocupados com outros projetos que é difícil fazer alguma coisa nova. Pretendemos fazer, mas não sabemos quando. E além disso, esse ano eu vou gravar um novo disco com o Vox, que é um projeto com o Thiago e o Marcell, do Karma, e meu amigo André Brunetti, guitarrista.
The Tapdancer – Sempre quis perguntar isso… O que o músico deve fazer se o nariz começar a coçar durante um show?
Felipe Andreoli: Coçe! Não se envergonhe!
Grisha – O que você acha de suas habilidades vocais?
Felipe Andreoli: Não sou um bom cantor, mas consigo fazer backing vocals bem afinados. Gosto mais de cantar no estiloMetallica, Slayer, que é o que eu faço melhor.
Grisha – Que tipo de profissão você queria seguir quando era criança?
Felipe Andreoli: Assim que comecei a pensar nisso, sabia que seria músico. Nunca tive dúvidas.
Grisha – O que os brasileiros pensam sobre os EUA?
Felipe Andreoli: As opiniões são diferentes, mas de uma maneira geral, acham que a interferência dos EUA em outros países (como o Afeganistão, por exemplo) é só uma forma de atingir seus próprios interesses. Espero que o Obama possa mostrar ao mundo uma América melhor, e não uma gananciosa e dominadora.
Grisha – Sua bebida alcoólica preferida?
Felipe Andreoli: Nenhuma. Não bebo nada alcoólico.
Grisha – Se você tivesse a oportunidade de prever o futuro, o que gostaria de saber?
Felipe Andreoli: Nada. Seria impossível olhar o futuro e não mudar o presente. Gosto de viver o dia-a-dia.
Bruce – O que você acha da pirataria na música?
Felipe Andreoli: Acho horrível. É por causa dela que atualmente as bandas não têm recursos financeiros para fazer seus discos com uma qualidade melhor, e nem mesmo promovê-los. Somos todos dependentes da internet, que todo mundo acha que é de graça, mas na verdade você precisa de muito dinheiro para fazer uma divulgação decente também. Eu não seria hipócrita em dizer que nunca baixei música, mas quando eu gosto, eu compro. Poderíamos usar a internet como um meio de conhecer coisas novas, mas isso não significa que a música seja de graça. Fazer um disco custa muito caro.
The Sinner – Soubemos que o Marcelo Moreira é um mestre na cozinha. E no Angra, quem é? O Edu não é, porque em uma entrevista nossa, ele disse que só sabia fritar ovos. Você já experimentou os ovos fritos feitos por ele?
Felipe Andreoli: É claro que não! Ainda tô vivo, né? Acho que quem cozinha melhor no Angra é o Rafael. Eu também tenho alguns truques.
Posted on 02 Dezembro 2008 by Claudio Damangar
Posted on 03 Abril 2008 by Claudio Damangar

Conversei esta semana com Fábio Laguna. Um cara muito centrado e competente que imprime estas caracteristicas no Angra, Hangar, Almah e em seu projeto particular, o Freakeys.
Frente a tanto zum-zum-zum sobre a troca de declarações entre os integrantes do Angra, (tornando público o que todos já percebíamos) Fábio prefere nos falar sobre tantas coisas boas que estão rolando acima de tudo isso. Apesar do fato de ter sabido apenas através da imprensa que também está fora do Almah, sem ter nada com essa briga de egos gigantescos.
Com vocês o “monge” Fabio Laguna, tecladista do Hangar.
1. O Cd do Hangar esta simplesmente perfeito. Outras bandas lançaram trabalhos na mesma época, mas realmente o do Hangar se destacou na qualidade da gravação e nos detalhes dos arranjos. A que se deve esta qualidade?
Muito obrigado pela sua opinião. A gente se preocupou muito com os detalhes, em todos os sentidos. Mesmo que todas as composições do TROYC tenham sido feitas de forma muito espontânea, não posso dizer o mesmo em relação aos arranjos. Todos os detalhes foram pensados e repensados antes de decidirmos o que entraria no disco. A gente teve bastante tempo pra isso. A qualidade do disco também é resultado das parcerias que escolhemos. Fomos muito felizes em gravá-lo no Mr. Som, com pessoas altamente qualificadas quando se fala em música pesada, e também acertamos em cheio ao mixar o álbum com o Tommy Newton.
2. Num álbum tão agressivo. Qual o papel dos teclados?
É fazer com que o álbum não fique tão agressivo, rs. Certamente quando se fala em heavy metal, está claro que é a guitarra e a bateria que ditam a energia da maioria das partes. Mas mesmo quando temos uma base thrash metal há espaço para encaixar um arranjo de teclado que não soe forçado. Digamos que em muitas partes o teclado é encarado como a música sobre a música. E em outros trechos, como acontece com todos os outros instrumentos, é o teclado que assume o foco.
3. Você é um músico que trabalha em múltiplos projetos, mas em qual você se sente mais à vontade?
Dificilmente desenvolvo um trabalho contínuo em que não esteja sentindo prazer em fazê-lo. De um modo geral, os projetos mais duradouros são os mais prazerosos, têm sempre uma pretensão e uma organização maiores em volta deles e, por causa disso, há um envolvimento maior.
4. Como é fazer uma turnê numa Van?
É normal. Gosto de estrada, cresci com isso. No caso do Hangar, viajar de van tem sido uma ferramenta muito importante. Nós oferecemos um show com muito mais qualidade, pra quase qualquer lugar do Brasil, porque a gente consegue levar quase 2000Kgs de equipamentos em um trailer. Isso facilita em muito a vida de quem contrata a banda e facilita muito a nossa vida também.
5. Pra usar a roupa preta, tem de ser caveira?
Hahahah… Até tu? Sim, pra estar no Hangar tem que vestir a farda preta sim, rsrs.
6. Quem idealizou e confeccionou as roupas do Hangar?
Foi a Lady Snake.
7. Explica pra gente qual é essa viagem tema do CD. Eu percebo que existe uma estória, uma coisa teatral Psycho, tipo Slipknot???!! Explica pra gente.
Sim, você percebe uma estória porque tem uma estória. É um álbum conceitual, praticamente uma ópera metal. A gente respeita muito o trabalho do Slipknot, mas o TROYC não tem nada a ver eles. E o tema está longe de ser uma viagem. É difícil falar de serial killer sem soar repetivo. Olha só o tanto de filmes, livros e casos que existem sobre o assunto. No TROYC, o Aquiles preferiu falar sobre o comportamento, o planejamento, as ânsias de um serial killer, não sobre os atos em si, que estes sim são banais. A estratégia e a destreza do assassino é que são impressionantes. É um quadro claro de que como alguns de nós, humanos, com nossos códigos, alimentamos nosso lado “animal”, por simplesmente não conseguirmos subsistir.
8. Após o show de Recife, por onde tem andado o Hangar?
Estivemos em Aracajú e Assunção ainda em dezembro. A gente deu uma paradinha em janeiro para descansar e preparar para a tour desse ano. Até agora, depois de Recife, fizemos 5 apresentações acústicas e 4 shows.
9. Como foi o show com o Dream Theather?
Foi muito bom! O Hangar precisava de uma oportunidade dessas pra mostrar nossas músicas para um grande número de pessoas. Fomos muito elogiados pelo público e pela própria produção do Dream Theater, que nos tratou com muito respeito, inclusive permitiu que a gente usasse boa parte da iluminação e os telões deles. Esse tipo de coisa é raro para uma banda de abertura.
10. E o último show em Cascavel?
Não só em Cascavel, como nos outros shows pelo sul, temos percebido que mais e mais pessoas conhecem o TROYC. Pelo pouquíssimo número de shows que fizemos até agora, já que o lançamento do disco ainda é recente, posso dizer que o Hangar está se dando muito bem.
11. Como anda o seu projeto Freakeys?
No momento estamos concentrados na divulgação do TROYC. Quanto ao Freakeys, tanto os shows como a gravação de um novo disco terão que esperar um pouco. Assim que tiver uma pausa na agenda do Hangar pretendo começar a trabalhar nisso, mas ainda não sei quando será.
12. Quando o Freakeys vem pra Recife?
Huuum, sem previsões, quando nos convidarem, rs.
13. Fabio Laguna e suas metas para 2008.
Tocar, tocar, tocar, tocar, rs
14. Considerações finais.
Gostaria de agradecer pela forma carinhosa que os recifenses nos tratam sempre que estamos por aí. Esperamos estar de volta em breve. Basicamente começamos essa tour pelo nordeste, quando as músicas ainda eram novidades porque o disco tinha acabado de ser lançado. A banda está com mais fluência agora, depois de mais ensaios e shows, e o público está cada vez mais familiarizado com o TROYC. Vai ser uma loucura quando nos passarmos por aí de novo, rs. Até lá.
Posted on 28 Março 2008 by Claudio Damangar
Conversei ontem pelo MSN com Ricky Wichovaniec, vocalista da Temple of Sin. Seu ilustrissimo vocal e performance são algo de tirar o chapéu.
CLAUDIO JR, MJ – Além de um excelente vocalista. Quem é Ricky Wychovaniec?
RICKY WYCHOVANIEC - Sou uma pessoa batalhadora, sempre procuro fazer as coisas o melhor possivel. Gosto muito do que faço e de passar a diante também meus ensinamentos. Gosto de tranquilidade na hora de compor, tento ficar em outro estado de consciencia para vir as ideias e a inspiração. E assim vou vivendo! rsrs.
CLAUDIO JR, MJ – Bandas como o Angra e o Shaaman, sem dúvida jogaram luz sobre o Metal Nacional. Estas bandas ainda são a principal influencia da cena?
RICKY WYCHOVANIEC - Essas bandas sem dúvida ainda são influência para muitos, marcaram uma época muito boa do metal nacional é uma pena que tenha desmembrado. Mas tomara que todos ainda continuem na ativa! Pois é importante que essa fatia dessa pizza, essa grande percentagem de “fans de Angra e Shaman” exista, para que o metal brasileiro não seja esquecido pois foram bandas que conquistaram muita coisa, muitos anos de estrada e feitos.
CLAUDIO JR, MJ – Estariamos vivendo um periodo pós Angra ou pós-Angriano?
RICKY WYCHOVANIEC - Hehehe! Sei lá! Quem vai determinar essa nomenclatura. Não sei dizer!rsrs
CLAUDIO JR, MJ – A cena metal dos anos 70/80 teve um forte poder formador de caratér e personalidade para a geração que hoje é pai de familia, advogado ou político…. Voce acha que as bandas de hoje tem essa mesma força?
RICKY WYCHOVANIEC - Acho que não, porque hoje em dia as bandas são cópias das cópias, demonstram inveja umas das outras, e esquecem o principal que é deixar fluir uma composição que vem realmente da verdade íntima.
Muitos só se importam em mostrar tudo o que aprendeu na aula de música. Sem falar que antigamente as coisas eram mais autênticas e criativas.
CLAUDIO JR, MJ – Na sua opnião. A influencia Rock n Roll é positiva ou negativa para a formação de um caráter.
RICKY WYCHOVANIEC - Isso é muito relativo. Sabendo inovar e ser único é o que importa. mas lógico que tudo veio do Rock n Roll.
CLAUDIO JR, MJ – Mudando um pouco de assunto. RIcky Wychovaniec e carreira Solo? Nos fale sobre.
RICKY WYCHOVANIEC - Acho que ainda tenho muito trabalho em conjunto a ser feito. Acho que individualizar não é uma coisa tão boa assim.
CLAUDIO JR, MJ – O que leva um músico a deixar uma banda e começar uma carreita solo?
RICKY WYCHOVANIEC - Ou o estrelismo ou intriga entre integrantes. Um casamento já é difícil conciliar coisas entre o casal, agora imagine entre cinco pessoas. É muito complicado. Todos tem que ter o mesmo ideal e trabalhar por igual e ser maleável
CLAUDIO JR, MJ – Wychovaniec. De origem Filandensa?.
RICKY WYCHOVANIEC - Não. Polonesa. Meus avós vieram para o Brasil fugindo da guerra, chegando aqui no Brasil sem nenhum tostão e foram trabalhar na roça, esperando a guerra acabar. E acabaram ficando aqui mesmo. Até chegaram a voltar para a Polônia, mas já não havia mais nada, só ruínas. Então resolveram voltar.
CLAUDIO JR, MJ – Então porque da música cantada em Finlandês.
RICKY WYCHOVANIEC - Foi um pedido do guitarrista Timo Kaarkoski, que é Finlandês.
CLAUDIO JR, MJ – Aqui em Recife faltam poucos dias para um grande festival. O Abril Pro Rock. Como este festival é visto pela pelas bandas do Eixo Rio-São Paulo?
RICKY WYCHOVANIEC - É um festival muito legal, muito comentado. mas ainda assim falta um pouco de divulgação aqui para o nosso lado.
CLAUDIO JR, MJ – Quando poderemos ouvir o seu vocal aqui em Recife?
RICKY WYCHOVANIEC - Em breve. Já estou agendando algumas datas. mas se o pessoal pedir, irei mais rápido ainda.
CLAUDIO JR, MJ – Considerações finais.
RICKY WYCHOVANIEC - Um abraço do Temple of Sin à toda a galera de Recife, e lembrem-se: “O caminho da felicidade, é a simplicidade na vida”. E Metal na veia!
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